Convivemos com o paradeiro
Que nos convém
No paraíso escondemos pequenos segredos
A paisagem alfegante
Mistérios encantadores, as paisagens parecem irreais
O sonho, a esperança é pintada no olhar do velho sábio...
As luzes ao iluminar o mar
O som das águas ao bater nas pedras
O confuso barulho dos atabaques a invadir a alma
Tudo pede calma...
As horas passam lentamente
As sombras que carregamos invadem nosso ser
Queremos estar cercado de água...
Da selva de pedras
Apenas as imagens do tempo que passou,
Difícil é manter a consciência em plena funcionalidade
A selva de pedra é cruel, e obrigações são impostas...
Sem piedade nos vemos navegando em nossa própria ignorância
Em nossa própria insegurança em nosso próprio desespero
Mais...
Tudo pede calma!
As horas passam lentamente
As sombras que carregamos invadem nosso ser
Queremos estar cercado de água...
Queremos estar do lado,
Do lado de quem nos interessa.
E no trem fugir para as estrelas
Acalme...
Tudo pede calma...
As horas passam lentamente
As sombras que carregamos invadem nosso ser
Queremos estar cercado de água...

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